Principal responsável pela vitória do Corinthians por 1 a 0 sobre o Palmeiras, no Pacaembu, o goleiro Júlio César não só realizou nove defesas como também contou com a sorte. Aos 46min do segundo tempo, uma cabeçada de Patrik bateu no travessão, nas costas de Chicão e caiu nas mãos do camisa 1 alvinegro.
“Foi a mão de Deus que colocou aquela bola no travessão. O Kleber protegeu, não deixou eu pular. Depois a bola ainda bateu nas costas do Chicão e ficou pipocando no meu braço. Seria frustrante tomar o gol de empate no fim”, apontou o atleta de 26 anos, revelado pela base corintiana e titular desde julho de 2010.
Questionado sobre a quantidade de defesas que proporcionou durante o confronto deste domingo, Júlio César respondeu: “Acho que fiz quatro ou cinco defesas boas. Não sou de contar, e o importante é que a bola não entrou. É sempre bom ser o destaque do time, é uma honra.”
O goleiro afirmou que foi a sua melhor atuação em um clássico. Disse ainda que foi a mais importante, por conta do momento conturbado no Parque São Jorge
Apesar da crise após a eliminação precoce na Copa Libertadores, o camisa 1 é um dos poucos que recebe o apoio da torcida. Enquanto que Roberto Carlos, Ronaldo, Tite e o presidente Andrés Sanchez são alvos de protestos dos aficionados, Júlio César tem seu nome gritado, assim como Alessandro e Jorge Henrique.
“É bom que o torcedor esteja do nosso lado [dele, de Alessandro e de Jorge Henrique], mas vamos trabalhar para que esteja ao lado de todo mundo”, comentou.
Fonte: Uol
“Foi a mão de Deus que colocou aquela bola no travessão. O Kleber protegeu, não deixou eu pular. Depois a bola ainda bateu nas costas do Chicão e ficou pipocando no meu braço. Seria frustrante tomar o gol de empate no fim”, apontou o atleta de 26 anos, revelado pela base corintiana e titular desde julho de 2010.
Questionado sobre a quantidade de defesas que proporcionou durante o confronto deste domingo, Júlio César respondeu: “Acho que fiz quatro ou cinco defesas boas. Não sou de contar, e o importante é que a bola não entrou. É sempre bom ser o destaque do time, é uma honra.”
O goleiro afirmou que foi a sua melhor atuação em um clássico. Disse ainda que foi a mais importante, por conta do momento conturbado no Parque São Jorge
Apesar da crise após a eliminação precoce na Copa Libertadores, o camisa 1 é um dos poucos que recebe o apoio da torcida. Enquanto que Roberto Carlos, Ronaldo, Tite e o presidente Andrés Sanchez são alvos de protestos dos aficionados, Júlio César tem seu nome gritado, assim como Alessandro e Jorge Henrique.
“É bom que o torcedor esteja do nosso lado [dele, de Alessandro e de Jorge Henrique], mas vamos trabalhar para que esteja ao lado de todo mundo”, comentou.
Fonte: Uol
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