| Dentinho se machucou em treino e ainda é dúvida para enfrentar o Tolima, pela Libertadores |
"O Corinthians precisa ter mais vontade do que o Tolima. Se não for assim, não vai adiantar nada. A grande virtude do time colombiano é a disposição. Isso ficou provado no primeiro jogo, quando eles sentiram que poderiam até ter vencido fora de casa", comentou Rincón.
Quando era capitão do Corinthians, o ex-meio-campista colombiano primava justamente por exigir empenho de seus companheiros. O técnico Tite garantiu que não faltou disposição para a sua equipe no jogo de ida contra o Tolima, mas havia cobrado mais "concentração" às vésperas da estreia na pré-Libertadores.
Na semana passada, Rincón recepcionou a delegação do Tolima no reconhecimento feito no gramado do Pacaembu. "Por ser colombiano, tenho alguns contatos com o time deles. Mas não sou amigo de ninguém", explicou o ex-jogador, que torce pelo Independiente Medellín em seu país. "Mas, agora, eu sou Corinthians", sorriu.
Como torcedor, Rincón já se preparou para sofrer durante o jogo de quarta-feira. "Em seu estádio, o Tolima costuma impor o ritmo do jogo. Vai ser muito difícil para o Corinthians. A pressão será total", alertou, sem arriscar um palpite para a partida. "Não dá para prever nada. A única coisa que posso adiantar é que o time precisa ter vontade", repetiu.
Freddy Rincón defendeu o Corinthians entre 1997 e 2000, quando ergueu a taça do primeiro Mundial de Clubes promovido pela Fifa. Retornou ao Parque São Jorge em 2004, ano em que decidiu encerrar a carreira de jogador. O colombiano hoje dirige o Flamengo de Guarulhos na Série A-3 do Campeonato Paulista, já que o clube tem parceria com o time Sub-23 corintiano.
Fonte: Terra
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